{"id":6046,"date":"2021-05-25T13:25:26","date_gmt":"2021-05-25T16:25:26","guid":{"rendered":"https:\/\/vivaedeixeviver.org.br\/?page_id=6046"},"modified":"2021-05-25T13:25:26","modified_gmt":"2021-05-25T16:25:26","slug":"confugao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/vivaedeixeviver.org.br\/en\/confugao\/","title":{"rendered":"Confugion"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><div class=\"vc_row wpb_row vc_row-fluid\"><div class=\"wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12 sc_layouts_column_icons_position_left\"><div class=\"vc_column-inner\"><div class=\"wpb_wrapper\">\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element vc_custom_1621959853909\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<h2>Confugion<\/h2>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"vc_row wpb_row vc_row-fluid\"><div class=\"wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6 sc_layouts_column_icons_position_left\"><div class=\"vc_column-inner\"><div class=\"wpb_wrapper\"><div id=\"widget_video_394996991\" class=\"widget_area sc_widget_video vc_widget_video wpb_content_element\"><aside id=\"widget_video_394996991_widget\" class=\"widget widget_video\"><div class=\"trx_addons_video_player with_cover hover_play\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/vivaedeixeviver.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Confugao-770x428.jpg\" alt=\"\" width=\"770\" height=\"428\"><div class=\"video_mask\"><\/div><div class=\"video_hover\" data-video=\"&lt;iframe title=&quot;Confug\u00e3o&quot; width=&quot;1778&quot; height=&quot;1000&quot; src=&quot;https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_f5teX1Au_A?feature=oembed&amp;autoplay=1&quot; frameborder=&quot;0&quot; allow=&quot;accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture&quot; allowfullscreen&gt;&lt;\/iframe&gt;\"><\/div><div class=\"video_embed video_frame\"><\/div><\/div><\/aside><\/div><div class=\"vc_btn3-container vc_btn3-center vc_custom_1621959888585 vc_do_btn\" ><a class=\"vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-lg vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-3d vc_btn3-color-pink\" href=\"https:\/\/www.bisbilhotecaviva.org.br\/images\/stories\/60-historias\/txt\/Confugao.pdf\" title=\"\">VERS\u00c3O EM PDF<\/a><\/div><\/div><\/div><\/div><div class=\"wpb_column vc_column_container vc_col-sm-6 sc_layouts_column_icons_position_left\"><div class=\"vc_column-inner\"><div class=\"wpb_wrapper\">\n\t<div class=\"wpb_text_column wpb_content_element\" >\n\t\t<div class=\"wpb_wrapper\">\n\t\t\t<p>Era uma vez uma cidade bem, bem distante, onde os habitantes tinham por h\u00e1bito fazer reuni\u00f5es com parentes e amigos em volta do fog\u00e3o. Por\u00e9m, sempre no fim de cada reuni\u00e3o o maior conflito era quem limparia o fog\u00e3o sujo.<\/p>\n<p>Eis que surge um forasteiro carpinteiro que, ciente do drama, teve uma excelente ideia para vender seu trabalho: criar para todas as casas um fog\u00e3o de madeira, que n\u00e3o precisaria ser limpo. Todos concordaram com a ideia, muito empolgados, sem pensar no risco que esse fog\u00e3o poderia trazer para a cidade.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a entrega de todos os fog\u00f5es, o forasteiro rapidamente sumiu da cidade, deixando todos intrigados com a rapidez com que ele fora embora. Mas estavam todos contentes com seus novos fog\u00f5es e organizaram a t\u00e3o famosa reuni\u00e3o em volta do fog\u00e3o. Por\u00e9m, algo aconteceu. Misteriosamente todos os fog\u00f5es queimaram e viraram cinzas.<\/p>\n<p>Os homens da cidade, revoltados, foram para a floresta em busca do forasteiro. Mas a \u00fanica coisa que encontraram foi uma escola de bruxas, e as aulas eram ministradas por animais como cachorro, gato e urso. Assustados com tudo aquilo, come\u00e7aram a procurar a sa\u00edda da escola. Mas a \u00fanica coisa que encontraram foi uma sala bagun\u00e7ada, que guardava um rel\u00f3gio do tempo.<\/p>\n<p>Mesmo com medo e assustados, mexeram no rel\u00f3gio e, sem querer, ativaram o bot\u00e3o do tempo. Sem saber se iam para o passado ou futuro, se abra\u00e7aram e aguardaram a ventania que se formou passar.<\/p>\n<p>Quando abriram os olhos, perceberam que estavam em outro tempo, em outro lugar, com escadas que subiam e desciam sozinhas, muitas luzes, bonecas dentro de caixa de vidro, pessoas segurando muitas sacolas, muitos restaurantes e em um desses restaurantes encontraram um rei. N\u00e3o sabiam se era passado ou futuro, s\u00f3 achavam aquilo tudo muito estranho.<\/p>\n<p>Imediatamente foram falar com o rei para pedir ajuda para voltar para a cidade. S\u00f3 que quem eles achavam que era um rei, na verdade, era apenas um funcion\u00e1rio de uma lanchonete, que n\u00e3o estava entendendo nada e achou tudo isso muito estranho, ent\u00e3o resolveu pregar uma pe\u00e7a no grupo. Disse que para voltarem para a cidade deles era preciso encontrarem uma fonte, e cada um deveria jogar uma moeda nesta fonte para a fada madrinha aparecer.<\/p>\n<p>Prontamente todos foram atr\u00e1s dessa fonte e, quando a encontraram, jogaram suas moedas e desejaram intensamente a apari\u00e7\u00e3o da fada madrinha. Surpreendentemente, a fada madrinha apareceu deixando at\u00e9 o falso rei boquiaberto.<\/p>\n<p>Todos pediram para a fada faz\u00ea-los voltar para o seu tempo e sua cidade bem, bem distante. Nesse momento, a fada pegou sua varinha de cond\u00e3o, falou algumas palavras e uma tela apareceu, mostrando o que ocorreu.<\/p>\n<p>Todos viram que o motivo de estarem ali perdidos foi terem acreditado em um desconhecido, que queria destruir a uni\u00e3o do povo da cidade bem, bem distante, famosa pela hospitalidade, cordialidade e honestidade de seu povo.<\/p>\n<p>Todos entenderam que limpar o fog\u00e3o n\u00e3o deveria ser motivo de desuni\u00e3o e disc\u00f3rdia. A fada percebeu que a li\u00e7\u00e3o havia sido aprendida e com o rel\u00f3gio do tempo em m\u00e3os, abriu o portal para a cidade bem, bem distante.<\/p>\n<p>No \u00faltimo minuto em que o portal estaria aberto, um guarda surgiu acusando o grupo de assalto ao rel\u00f3gio. Assustados, atravessaram o portal e finalmente estavam na cidade bem, bem distante.<\/p>\n<p>O retorno foi festejado com a constru\u00e7\u00e3o de novos fog\u00f5es e, a partir daquele dia, a briga era para saber quem limparia o fog\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\">Autores<\/h4>\n<p style=\"text-align: center;\">Monique Antelmi Noson<br \/>\nVeronica Alves Barreto<br \/>\nThamires Castro Sousa<\/p>\n\n\t\t<\/div>\n\t<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Confug\u00e3o VERS\u00c3O EM PDF Era uma vez uma cidade bem, bem distante, onde os habitantes tinham por h\u00e1bito fazer reuni\u00f5es com parentes e amigos em volta do fog\u00e3o. Por\u00e9m, sempre no fim de cada reuni\u00e3o o maior conflito era quem limparia o fog\u00e3o sujo. 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